momento de viagem

sensações, emoções e imagens por aí!


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Japan House – São Paulo

Há lugares que nos inspiram a ir pesquisar sobre o porquê de existirem, sobre histórias e a História. São Paulo, no Brasil, é a cidade com a comunidade maior de japoneses fora do Japão. E por isso talvez alguém se tenha lembrado finalmente de criar uma pequena casa dedicada ao Japão.

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exterior da Japan House

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exposição de Oscar Oiwa – no paraíso – desenhando o efémero

A Japan House fica na Avenida Paulista, é só procurar no mapa! Próximo dela há a Casa das Rosas, um espaço cultural mais ligado à literatura e teatro. Aqui na Japan House podemos encontrar exposições de artistas japoneses ou descendentes de japoneses, como é o caso de Oscar Oiwa, artista plástico que viveu grande parte da sua vida em São Paulo, ali próximo da Japan House. Agora vive em Nova Iorque e também experimentou as terras nipónicas por alguns anos. Foi-se sentindo cada vez mais em casa ao longo do tempo que ali permanecia. Naturalmente as suas paisagens e vivências o inspiraram a alimentar a sua arte: desenhar e pintar. A bolha onde desenhou o seu ideal de paraíso é tão fofa! Ilustro-a um pouco aqui mas, tal como o paraíso há-de ser, só lá estando é que se sente de verdade o bem estar e a serenidade criados com aquele cenário.

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exposição de Oscar Oiwa – no paraíso – desenhando o efémero

A Japan House tem três andares, no mais alto há um restaurante japonês. Em baixo está um café, bem colado à biblioteca de livros apenas para consulta, que podemos folhear sentados nos sofás para o efeito. Em frente aos sofás encontramos um pequenino jardim que me parece ser feito à medida dos japoneses. Vocês sabem que eu nunca lá fui, mas é a ideia que tenho destes jardins e não estou enganada com certeza. Ouvi ali – quando folheava livros de arquitectura japonesa – um senhor é uma jovem, ele a partilhar as sensações que se pode obter com a contemplação destes jardins no Japão. Ambos de origem japonesa, as feições deles não deixam dúvida alguma. Gostei daquele momento e do jardim… E dos livros e dos sofás!

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livro e jardim interior na Japan House

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exterior da Japan House

Resta-me sugerir a visita a esta casa a quem gosta de cultura e da serenidade que algumas paisagens japonesas transmitem. Parece que ando nos preliminares da minha visita lá, àquela longínqua terra onde eu disse que um dia chegaria! Lá chegarei pois claro!

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Blog de viagem da Momondo

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Olá meus leitores!

Vota no Momento de Viagem

Como já devem saber não gosto de me publicitar e adoro a discrição e a serenidade! Uma amiga, a minha companheira de viagem ao Myanmar, incentivou-me a concorrer ao Bloggers Open World Awards 2018 da Momondo. Concorri. Depois, como inventaram estas novas selecções através dos votos de amigos, online, decidi partilhar o link para votarem em mim. Hoje em dia há tantos amigos que nos pedem votos, somos bombardeados por links, posts e publicações, e por aí fora… Dou por mim a perceber que conseguia passar dias e dias colada à internet, a ler textos de outrém, a votar em coisas, a assinar petições, ler notícias, a ver fotos dos amigos e conhecidos, a pesquisar coisas, enfim… Vocês sabem…. Ocupar o tempo ou desperdiçá-lo? Não sei, penso que ambos dependendo dos dias!

E portanto, devo pedir-vos, em primeiro lugar, que não se incomodem nem desperdicem tempo com o voto no meu blog! De resto, caso vos apeteça motivar-me a continuar a escrever umas coisas engraçadas e leves sobre viagens, vão votar! O coração do momento de viagem vai ficar mais colorido assim!

Muito obrigada desde já! Boas viagens!!!

Vota no Momento de Viagem

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Norte de Lanzarote

O dia mais cinzento e fresco mas que terminou em grande, definitivamente: essencialmente porque sobrevivi 😊

O hoje estava reservado à zona Norte de Lanzarote. Houve uma lógica: é sábado e há mercado de artesanato em Haría, uma vila lá em cima!

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a sorte de passar por caminhos de terra!

Em primeiro lugar decido passar por Teguise mas vou até lá através de uma rua de terra. Encontrei três camelos a pastar, tão fofos! Reparei que têm que levantar o pescoço para mastigarem e engolirem a erva, facto curioso para mim!

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camelos aos pares

Depois de Teguise rumo a Guatiza e vou visitar o Jardin de Cactus, criado pelo fantástico artista que fez maravilhas nesta ilha, César Manrique! Fiquei com a sensação que há milhentas espécies de cactos pelo mundo fora e muitas estão representadas neste jardim.

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jardín de cactus – quero um destes!

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jardín de cactus – Guatiza

Agora sim, farei a próxima parecem em Haría. Viro para Tabayesco e o caminho daí até Haría é muito bonito mas também deveras sinuoso! E quase só passa um carro de cada vez na sua largura. Encontram-se imensos ciclistas nesta estrada, ah valentes!!!

Haría tem muitas palmeiras e o mercado de artesanato é engraçado. Fiz uma caminhada de máquina fotográfica ao pescoço e não me arrependi. Há aqui também uma casa museu de César Manrique. Não a visitei pois a ânsia de ar livre e natureza é maior.

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entre Tabayesco e Haría

 

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caminhada em Haría

O mirador del río aparentemente também foi criado por Manrique, mas estava imenso nevoeiro (não ia ver bem a vista) e também uma grande excursão em fila para entrar. Dei meia volta rumo ao sol do centro da ilha!

O almoço em Teguise foi fantástico: era a única cliente a almoçar àquela hora. Esvaziei o prato e pude ouvir o silêncio dentro de um restaurante, um delírio! Teguise foi a primeira capital de Lanzarote no século XV, e vale a pena caminhá-la, é uma bonita cidade! Ao domingo de manhã há mercado aqui.

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centro histórico de Teguise

Por fim, eis que, após pesquisa durante o almoço, experimento a caminhada que parte da localidade de Tenesar, próximo de Tinajo, sempre por cima de pedras vulcânicas, até à praia Islote. Não encontro o link onde li testemunho desta caminhada, mas com alguma dedicação, quem for curioso há-de encontrar alguma informação sobre este trilho.

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pôr do sol na praia de Islote

 

Esta caminhada teve duração aproximada de uma hora e eu era a única pessoa a fazê-la naquele momento! A minha intenção seria apreciar o pôr do sol no mar, eu entre tanta lava seca e numa pequena praia que só tem acesso através do trilho (Islote); a máquina fotográfica iria fazer maravilhas por mim e eu sentiria a verdadeira sensação de liberdade e êxtase por estar totalmente inserida numa paisagem natural, deserta, mística, misteriosa, que acredito tantos lugares vulcânicos ofereçam!

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pelo trilho entre lava e mar

O trilho é por vezes muito tosco de se compreender e é preciso um bom calçado que não se danifique facilmente com tantas pedras irregulares de calcamos. A partir de certa altura comecei a ganhar medos: estava mesmo ao lado do mar revolto que luta sistematicamente contra a parede de lava e o trilho foi criado no limite dessa mesma parede! A altura entre mim e o mar começou a aumentar e percebi que olhar para o mar já não tinha encanto mas sim medo! Pensei em cenários assustadores enquanto caminhava por cima daquelas pedras mortas. O contraste entre essas pedras e o mar que não pára de se mexer é tão fantástico quanto assustador. Hesitei por duas vezes, em dois momentos quis voltar para trás e falei comigo mesma. Mas não… Não desisti, arrisquei, até porque esta viagem foi realizada para isso mesmo, para não desistir.

Continuei a caminhada até encontrar a tal pequena praia de areia preta mas tão brilhante – Islote. Mais caminho havia por fazer se eu quisesse (praia de Gaviota), mas a minha meta era aquela. E o sol já se escondia entre nuvens passageiras, as pedras e o mar! Aí, nessa praia, criei um plano para o caminho de regresso: meti música nos ouvidos para não ouvir a Natureza em seu esplendor, não olharia mais para o mar, caminharia mais rápido um pouco e as fotografias seriam suspensas. E assim foi, e assim sobrevivi. Repetiria o que fiz mas ainda bem que já está feito! Sempre há dias em que a zona de conforto nos é tão prazerosa!

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final da minha caminhada na lava

E por isto e por muito mais, terminei o meu último dia de estada em Lanzarote em grande. Há muito mais a fazer nesta ilha mas nem tudo nesta vida deve ser feito de uma vez só!

Boas viagens a vós que me lêem e não esqueçam de sair do conforto de casa de vez em quando!


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Centro de Lanzarote e a lava

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entre Puerto del Carmen e Puerto Madero

Hoje acordei um pouco mais doente mas o gengibre anestesiou-me por umas horas. Deu-me o impulso para ir fazer o pequeno trilho entre Puerto del Carmen e Puerto Madero! A minha anfitriã Paola (da casa El Jable Lanzarote) havia-o sugerido e muito bem. O caminho é realmente inspirador, sempre próximo do mar, das gaivotas e da vista de vulcões ao fundo. Parece-me ser um caminho muito utilizado pelos turistas, mas é muito tranquilo de qualquer forma.

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Puerto del Carmen

Não sei quanto tempo demorei a fazer ida e volta, talvez duas horas com calma, aproximadamente 6km. Aconselho vivamente.

De seguida hoje seria o dia do banho no mar. As praias mais famosas de Lanzarote parecem-me ser Playa Blanca e Playa Papagayo. Como não me apetecia andar muito mais de carro nem ver multidões, decidi ir a outra praia muito mais calma: Playa Quemada.

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Playa Quemada

A areia é preta e mistura-se com pedras. Há muitas algas, o que nos oferece um aroma fantástico a mar, peixe, sei lá. E sei bem que o iodo é tão bom para a saúde!

Pois bem, havia de mergulhar mas só o consegui com a ajuda das havaianas nos pés! Infelizmente não tive coragem de ficar muito tempo na água porque os chinelos nos pés não eram muito práticos e de outra forma ia sofrer com as pedras… No entanto consegui um mergulho fabuloso! Após uma quase sesta ao sol decido seguir viagem até ao interior da ilha, passando na estrada La Geria. Custou-me despedir-me de um gatinho que estava carente de mimo e que eu acarinhei ali na praia. Sentou-se no meu colo e tudo. Aquele gato deu-me uma impressão fantástica das pessoas de Playa Quemada.

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turista em Playa Quemada

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gato de Playa Quemada

A estrada La Geria é linda linda. É uma rota oficial para ciclistas e a partir daí também há alguns caminhos pedestres a fazer. Eu fui até Tinguatón e fiz parte de um trilho, o da Caldera Blanca. Adorava ter ido até ao fim mas o sol já ia baixo e não quis caminhar por pedras sinuosas no escuro das estrelas, até porque o silêncio era tanto que quase ouvia as pedras falar para mim!

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La Geria

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Caldera Blanca

Pois que no escuro da noite chegara o momento de ir cuidar de mim: a doença chamara-me e eu tive que lhe dar atenção: estreei-me num centro médico fora do meu país e tenho a dizer que me dei muito muito bem! Tive imensa sorte e os espanhóis são todos simpáticos! Sou uma sortuda e hoje já me deito com a primeira dose milagrosa que vai curar a minha garganta!

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anoitecer no Parque Natural los Volcanes


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Sul de Lanzarote e Saramago

Hoje sinto-me um pouco adoentada, resultado do cansaço de ontem, mas estou tão bem… e aqui! Pois graças ao corpo cansado ando mais devagar. Pareço José Saramago quando falava e caminhava.

Fui visitar a casa onde José Saramago e Pilar del Rio viveram juntos durante 17 anos, até ao dia da sua morte (ou ida “para outro lugar”, como ele disse).

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casa José Saramago (pintura de César Manrique)

Mais do que uma casa é-nos oferecido um momento muito bonito: respira-se cultura e amor durante a visita. Para além do guia temos um áudio-guia também. Por sugestão do guia ouvi-o em espanhol, podem ter-me falhado algumas palavras mas o essencial estava lá e tem frases muito bonitas!

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casa José Saramago

As pedras eram muito admiradas por José Saramago, considerava-as o princípio da Terra. Adorava arte e por isso há muitas pinturas pela casa, tais como de Tàpies, Júlio Pomar, Idelfonso Aguilar (pintor importante em Lanzarote), César Manrique,… Retratos de escritores que o inspiravam: Fernando Pessoa, Camões, Kafka, Almeida Garrett, … Podemos também beber um café português Delta – quando tocavam na campainha de casa, Saramago tinha-a avariada, então tinha que ir ao pequeno portão abri-lo; convidava os visitantes a beber um café português.

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casa José Saramago

A biblioteca de José e Pilar é linda e recheada de livros. Aconselho vivamente que os portugueses visitem esta casa em Lanzarote!

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zona sul de Lanzarote

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parque nacional Timanfaya

Depois, rumo a Sul, almoço num dos únicos dois restaurantes de Fémes. Comi pimentos de padrón (adoro) e o prato típico de Lanzarote: cabrito. Oh Deus (ou Jesus segundo Saramago), não como carne desta há tanto tempo! Foi um esforço confesso, mas ao menos pareceu-me pelo paladar que o cabrito viveu feliz e em liberdade antes que eu o comesse.

Continuando a seguir para sul, encontro as Salinas, a Lagoa de Janubio e El Golfo. Vale a pena caminhar cinco minutos em El Golfo, para apreciar o fenómeno da Natureza: a  lagoa de Janubio.

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parque nacional Timanfaya

Por fim vou fazer a visita no Parque Nacional de Timanfaya. Quarenta minutos num autocarro com audio-guia, dando algumas noções de como se formou a ilha de Lanzarote, características e história dos vulcões que por ali pairam. Quanto fogo não se esconde por ali! E quanta calma se encontra nos vulcões também. Parecem tão sossegados, tão serenos, tão áridos e vazios de raiva. Será uma explosão sua significado de raiva? Ou simplesmente de força, de poder, de imponência…

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zona sul interior de Lanzarote

 

Sinto-me tão tranquila entre este fogo e este nada…


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Lanzarote a solo

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Lanzarote – flores, verde e castanho

Cada pessoa tem os seus sonhos a realizar, cada pessoa é responsável pela realização de muitos deles. E cada pessoa sabe, com o passar do tempo, quais se vão apagando, os que apenas adormecem e os que deixaram de ser sonhos porque passaram a realidade!

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Lanzarote – terra preta

Viajar a solo deixou de ser um sonho para mim. Pelo menos a estreia!!!

Fui a Lanzarote, nas Canárias. Fui ver Natureza, fui ver aquilo que parece o vazio e que afinal é o tudo: montes e montes de vulcões!

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Lanzarote – igreja

Quero partilhar-vos a vós mulheres que queiram viajar sozinhas, que tenham algures esse sonho, que eu adorei a experiência. O silêncio acompanhou-me por vários momentos, conversei comigo mesma, ri-me sozinha, tive medos (mas poucos), estive um pouco doente, comi o que quis, fiz o que quis, fotografei sempre que me apeteceu. Ouvi a música que quis, não me preocupei em agradar a mais ninguém que não a mim própria, enfim, gostei muito mesmo!

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Lanzarote – ervas secas, montes no fundo

Há algumas desvantagens mas não muitas… Penso que cada um tem os seus desafios a viver e este era sem dúvida um que eu precisava. Saí da minha zona de conforto. Para mim foi um acto de coragem. Mas só precisei dessa coragem até chegar ao aeroporto de Lisboa para embarcar no primeiro voo! A partir daí esqueci essa coragem, era dado adquirido e nem precisei dela.

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Lanzarote – cactos

Depois de sair da minha zona de conforto não houve outra solução que não fosse aproveitar a viagem e encarar as realidades que me encontravam. Dei-me muito bem.

Já sei sentar-me sozinha numa mesa de restaurante para comer! E observo mais, converso mais com quem me cruzo, estou mais atenta e ao mesmo tempo sei que não me vou irritar com quem poderia estar ao meu lado, eventualmente.

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Lanzarote – palmeiras em Haría

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Lanzarote – aldeias solitárias

É realmente uma nova sensação de liberdade – expressão tão cliché e tão forte para esta viagem a solo.

Se está na lista dos sonhos, sugiro que realizem este!

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Lanzarote – paredes brancas em cima de chão preto

 

 

 

 

 


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De Munique a Salzburgo com neve

Não sei quando voltarei a Munique em trabalho… Sinto nostalgia, recordo algumas estadias que aqui vivi ao longo destes dez anos. E hoje queria que fosse uma estadia memorável. Está a ser.

Venho tão bem acompanhada, a minha eterna melhor companhia, aquela que me fazia cócegas até cair da cama para ir ver desenhos animados ao sábado de manhã: a mana! Além disso fomos a Salzburgo para ver os verdes campos da Baviera, mas pintados de branco porque é inverno.

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Salzburgo

Para quem vem de Freising, a vila perto do aeroporto de Munique onde eu e muitos queridos colegas dormimos, é só ir até à estação de comboios e comprar aí o bilhete até Salzburgo. Custou 16,5€ ida e volta. Ainda estou por perceber o porquê do preço ter sido tão abaixo daqueles que vi na internet há uns dias.

Na estação central de Munique (após uns 30 minutos de comboio) trocamos para o comboio de Salzburgo. É provável que o seu destino final seja Budapeste e que a primeira paragem seja já em Salzburgo mas penso que depende do horário. A viagem dura mais ou menos 1 hora e 40 minutos.

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Salzburgo duma ponte

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Salzburgo vista da Fortaleza

Salzburgo tem algumas coisas para visitar, tais como a casa onde nasceu Mozart, a Fortaleza de Salzburgo ou a Catedral de Salzburgo. Há parques muito bonitos na cidade mas a neve e os 8º graus negativos não convidam muito a isso. As pontes por cima do rio são tão agradáveis de passar… Pode parecer Zurique um bocadinho, mas parece-me que Salzburgo respira um pouco mais de serenidade e cultura. Talvez de amor também: uma das pontes, pedonal, está vestida de cadeados com corações ou em coração. Uma pequena imitação da celebração do amor, mas não deixa de transmitir boas emoções quando passamos pela ponte.

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a mana na Fortaleza

Subir o funicular para a Fortaleza de Salzburgo custa 12.20€ por adulto. A subida dura apenas uns segundos mas será certamente mais rápida do que se fôssemos a pé. A baixa histórica de Salzburgo é muito cozy e apesar de muitas das lojas já serem internacionais ainda se encontram pormenores bem típicos, já para não falar de prédios construídos mesmo mesmo colados a escarpas de rocha enormes…

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baixa antiga de Salzburgo

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ponte pedonal cheia de amor

A viagem de regresso até Munique não podia ter sido melhor: com o sol a brindar-nos de vez em quando e tranquilidade para uma soneca no comboio.

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Baviera do comboio

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Baviera do comboio

O fim de tarde levou-nos até à Marienplatz, a praça mais central de Munique, caminhando rápido e de mãos nas luvas e nos bolsos. Ia dar as seis da tarde, então esperámos que os sinos tocassem na torre central do Neues Rathaus, o edifício neo-gótico construído no final do século XIX, onde fica a Câmara Municipal de Munique. Pois bem, o frio era tanto que não tive coragem de pegar no telemóvel e ir confirmar se o Rathaus-Glockenspiel ia tocar e “dançar” às 18 horas. Não vimos nada… Agora que estou no quentinho na internet, vejo que o glockenspiel apenas toca às 11h, 12h (no verão) e às 17h. Carece de confirmação oficial, é melhor!

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anoitecer na Marienplatz – Munique

No fim do dia é claro que me fui despedir da DM e da Rossman, não sei por quanto tempo… Mas sei que não será para sempre! Até breve Munique!