momento de viagem

sensações, emoções e imagens por aí!

Inle Lake – Terceiro destino de Myanmar

Deixe um comentário

Estamos a caminho do aeroporto de Heho, o destino agora será o Lago Inle. Ficaremos duas noites aqui e tenho algumas boas expectativas quanto ao que irei ver. Sugeriram-nos o passeio de barco durante a madrugada, imagino que será um novo lindo amanhecer. Diferente do de Bagan, mas com muita beleza de qualquer forma. No Inle haverá montanhas como cenário de fundo.

Esta madrugada viemos para o aeroporto às 6.30h e no check-in informaram-nos de um atraso de 50 minutos. Mudaram o vôo… Então porque não apanharmos um táxi num instantinho, e ver mais um nascer do sol em Bagan? Conseguimos o táxi e ele levou-nos até um templo fantástico para ver os balões voar de perto, ainda por cima com muito poucos outros turistas. Nem acredito que afinal conseguimos um óptimo spot sem multidões, e só pagando o táxi que nos levou até lá. Foi um querido… É o templo Thitsarwadi, nome difícil mas a reter!

img_7789

novo amanhecer em Bagan

img_7797

novo amanhecer em Bagan

E mais uma vez estava eu viciada em fotografar… A todos os segundos a paisagem muda um pouco porque os balões passam. E queremos sempre procurar a melhor imagem. Acredito que tenha algumas melhores imagens, vou ficar confusa com tanta beleza na minha máquina fotográfica!
img_7796

novo amanhecer em Bagan

img_7780

novo amanhecer em Bagan

Chegadas ao aeroporto de Heho apercebemo-nos que aqui há menos turismo do que em Yangon ou Bagan e este edifício é bem mais simples e humilde. O táxi vai durar mais ou menos 45 minutos até Nyaung Shwe e custaria 25000 kyats. Mas nós tentámos encontrar preços mais baratos, sem grande sucesso. Até que nos sugeriram a partilha de táxi, um mochileiro da República Checa veio connosco, ficou-nos por 15000 kyats assim! Menos gasto e mais ecologia…
O nosso hotel fica a 6 km da vila Nyaung Shwe, chama-se Royal Nadi Resort. São umas cabaninhas de madeira plantadas em frente a dois pequenos lagos, muito agradável e talvez bom demais para o pouco tempo que cá passaremos no hotel! Oferecem bicicletas. Não eléctricas… Hum….
Já se está a ver como será o nosso fim de jornada: nádegas quadradas, mas com o sorriso no rosto pelas lindas paisagens que vimos!
img_7818

Inle – monjas

Ao entrar na zona da reserva do lago Inle os estrangeiros pagam 10 dólares e recebemos um bilhete com validade de uma semana. Fomos pedalar pela margem esquerda do lago, o que se encontra em terra são campos verdes, casas de verga com telhados de casca de milho, alguns templos espalhados pela vila e que continuam pelas localidades que envolvem o lago. Vão-se encontrando as torres dos pagodas ao longe. Os pequenos lagos antecedentes ao lago Inle, para quem vem da zona norte, têm paisagens muito bonitas sempre com montanhas de fundo, como que a delimitar as fotografias lindas com reflexos da água.
Após almoço simples mas com sumo de melancia muito bom decidimos pedalar mais um pouco e eu, bem, quero experimentar a massagem tradicional do Myanmar. A minha companhia acompanha-me na aventura! O local onde nos mexeram todos os cantinhos da pele e dos músculos (ou quase todos!) chama-se Lavender Spa & Beauty.
Encontram-se por aí também locais onde se pode ter uma aula de cozinha típica intha (da zona envolvente Inle).
16409457_10154563324182600_1990334733_o

eu a pedalar, autoria Mary Silva

Hoje o passeio não vai prolongar-se muito mais já que os rabos já se ressentem e amanhã teremos nova madrugada: vamos amanhecer no lago!
Um sumo maravilhoso de papaia e banana no Trinity Family Inn, com oferta de feijões secos típicos da zona e uma internet bem boa, e é o momento do regresso ao hotel. O fim de tarde oferece-nos imagens lindas mais uma vez…
Amanhã não sei se teremos a coragem de fazer esta viagem de bicicleta novamente! A não ser que me montasse em cima duma almofada bem fofa no selim…!
Partilho aqui o link do blog de uma viajante portuguesa, o passeio dela pareceu-me interessante: Joland Blog.
Anúncios

Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s