momento de viagem

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Pagodas em Yangon

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Despertar às 7.30h, pequeno almoço, vestir roupa prática e fresca mas que nos tape os joelhos e um pouco dos ombros, mala com alguma água e kyats… Óculos de sol e boné, estamos prontas para começar pelo melhor: Shwedagon Pagoda.

entrada Norte do Shwedagon Pagoda

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entrada norte do Shwedagon Pagoda

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senhor a rezar

A partir do nosso hotel são uns quinze minutos a pé no máximo, estamos mesmo aqui ao lado deste lugar tão sagrado e tão calmante. Pelo caminho há um mosteiro budista, sendo que ainda nos cruzamos com monges na rua. À entrada do Shwedagon começa a nova experiência do andar descalço: despe-te dessas coisas sujas que te levam a todo lado sem que sintas o chão na tua pele! Escadas com muitos quiosques de vendas, vendem muitas coisas, tantas que até tenho preguiça de as escrever. Mas as fotos hão-de mostrar alguma coisa já…

Fomos caminhar pelas periferias do templo central, o que nos fez perceber um pouco mais o estilo de vida dos burmas que vivem aqui e observar quem rezasse em frente a pequenos altares. Não resisti a ir experimentar meditar em frente a um buda também. Soube-me pela vida! E os cheiros a incenso, flores e frangâncias fazem muita diferença: o odor inspira, é uma sensação que aconselho vivamente. Apesar de já sermos turistas e de isso nos diferenciar dos locais na entrada dos pagodas (pagámos 8000 kyats no Shwedagon Pagoda e 6000 kyats no Botahtaung Pagoda), um crente ainda teve a curiosidade de me fotografar enquanto eu meditava e aqui senti-me misturada com eles. Também os quero fotografar, claro! Ainda por cima sorriem e não se importam nada de aparecer em fotografias.

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saturday corner – Shwedagon Pagoda

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Shwedagon Pagoda

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Shwedagon Pagoda

Depois desta bela e dourada visita seguimos até ao restaurante Hot Pot 101, com comida típica birmanesa mas que deu para adaptar um pouco: comi algas japonesas e brócolos salteados divinais, seguidos de um arroz com ovo e alguns vegetais. O sumo de melancia estava óptimo também.
Aqui agora, o que nos espera é uma boa caminhada pela grande estrada Shwe Gone Daing Road. Vamos parando onde encontramos sinais de templos. O Ngar Htat Gyee Pagoda é simplesmente uma maravilha no planeta Terra. Foi uma descoberta tão surpreendente quanto relaxante, com a imponência do enorme buda central, calma, paz, beleza, cor, enfim. Quase adormecíamos sentadas na alcatifa onde os locais costumam rezar. Ficava ali umas boas horas se o tempo o permitisse.

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Ngar Htat Gyee Pagoda

E claro, depois de uma surpresa tão linda no Ngar Htat Gyee Pagoda, o Chauk Htat Gyee Pagoda não nos convenceu: uma buda deitada, enorme também, mas talvez pelo pavilhão que a envolve, a nossa observação não consegue ser tão clara, há menos encanto aqui. Até porque já se encontram autocarros de turistas aqui e um monge abordou-nos querendo mostrar-nos a sala de meditação que há ali ao lado, a troco de dinheiro claro… Avancemos.
O próximo destino será o parque Kandawgyi. Decidimos negociar um preço com um táxi, com alguma forretice e sorrisos lá vamos conseguindo uns preços… A entrada do parque custa 300 kyats e o passeio é engraçado, sem esquecer que o edifício do Karawaik Palace restaurante dá umas fotografias giras com o seu reflexo na água. Há alguns espaços de restauração interessantes para beber algo ou almoçar até.

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Chauk Htat Gyee Pagoda

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não sei ler língua burma!

E bem, o cansaço das pernas já é algum, vamos ao hotel dormir uma sesta! Novamente o táxi, desta vez percebemos que muitos taxistas não percebem inglês nenhum, nem percebem o mapa que lhes mostramos. À quinta tentativa talvez, com persistência da minha companhia de viagem, lá conseguimos boleia até próximo do Shwedagon Pagoda. A partir daqui já me é fácil chegar ao hotel.
Sesta merecida e um jantar suave na pizzaria Parami; uma pausa no Vista Bar para um ginger ale natural, conversa e deleite com a vista do Shwedagon Pagoda, estamos prontas para dormir!

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parque Kandawgyi

Nota: optei por escrever pagoda e não pagode, que segundo pesquisei, é o nome correcto em português. Escolhi manter o pagoda pois é essa a palavra que todos usam e assim se torna mais fácil comunicar no Myanmar, caso precisemos de indicações!

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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

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