momento de viagem

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Grand Place – Bruxelas

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polícias por Bruxelas

polícias em Bruxelas

pintura alusiva ao Tintin - Hergé

pintura alusiva ao Tintin – Hergé

Grand Place

Grand Place

Grand Place

Grand Place

maison j. dandoy - chocolaterie

maison j. dandoy – chocolaterie

le comptoir de Mathilde - chocolaterie

le comptoir de Mathilde – chocolaterie

 

Voltei lá. Devo dizer que voltei passados uns bons anos. Recordei a minha primeira vez ali, como se realmente me lembrasse em que dia foi e como se já tivesse sido há muitos muitos anos também.

A Grand Place de Bruxelas é o centro da cidade, é a sua praça mais antiga talvez. Há quem se passeie por ali de charrete, apesar da chuva miudinha e vento incómodo (ouvi dizer que a Bélgica é o penico da Europa, basicamente chove muito por cá). A praça é mesmo muito bonita pois os seus 360º são todos escolhidos ao pormenor com edifícios não muito altos e antigos, e durante o entardecer tudo ganha uma nova beleza quando as iluminações eléctricas substituem a luz do sol escondido.

Ah sim, não falemos do ambiente pesado que se vive aqui pós atentados de Paris no 13 de Novembro! Aliás, nem nos lembremos que a apenas 2km de distância há o bairro de Molenbeek, de onde vieram alguns dos terroristas. Ignoremos as sirenes de polícia que constantemente decoram a banda sonora da cidade hoje; e os pobres ou refugiados ou tenham o nome que lhes quiserem dar, que nos abordam a pedir dinheiro ou comida. Esqueçamos que há aqui tantos e tantos emigrantes vivendo a vida europeia sendo eles africanos (provenientes de vários pontos de África, claro).

Eu… Eu vi um telejornal belga e outro de França. Confesso que estar aqui me faz viver bem mais os atentados, é um pequenino medo, é a eminência de nova ameaça, é a sensação que tantos emigrantes nos podem desejar o mal. Desejar a morte. Ai Europa, estás suja… Estás a ficar mais suja do que te gosto. Um dia no futuro sonho-te limpa, sonho-te pacífica novamente, sem pobreza nem maus íntimos. E pronto, já desabafei!

Voltando a Bruxelas, mais uma capital a ser explorada em dia de museus abertos, ou seja, que não seja segunda-feira! Quero repetir a casa museu do arquiteto e designer Victor Horta, uma casa fantástica do início do século XX – estilo Art Déco, quero ir ao museu dos instrumentos musicais (apesar de estar um pouco apreensiva sobre o meu pouco interesse em instrumentos antigos), quero conhecer o espaço cultural BOZAR… Quero ir ao museu da banda desenhada (há imensas pinturas em paredes da cidade, alusivas à banda desenhada e ao Hergé Tintim). Quero, quero e quero! E quero… Somos assim nós os curiosos, tudo tem coisas novas mesmo que as repitamos. Sei que a primeira visita a Bruxelas me levou a um bairro muçulmano, sozinha caminhando lá cheguei. Era outro mundo, desconhecido e muito diferente do meu. Aventureira? Não, apenas curiosa…

Que a curiosidade não mate o gato, pois ela é bem saudável.

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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

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