momento de viagem

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SAÍDA DO NORTE – Islândia

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Após uma longa e rejuvenescida noite em Akureyri, na Skjaldarvík Guesthouse, houve uma conversa séria ao pequeno-almoço.
Motivo: o clima… A meteorologia é algo que temos que acompanhar todos os dias, é como se fosse mais um amigo que vem connosco.
Na casa de Höfn, onde dormimos ontem, a nossa anfitriã havia-nos feito o tal briefing sobre as estradas da Islândia e a sua acessibilidade em condições climáticas adversas. Pois bem, esta manhã tivemos que ir ao site que ela nos aconselhou: www.vegagerdin.is, e vimos algumas estradas totalmente inacessíveis para o dia de hoje. Antes disso, íamos encontrar alguma neve na estrada, gelo e piso escorregadio.
Portanto, a noite já reservada nos fiordes do Oeste (Westfjords) teve que ser cancelada antes da nossa saída de Akureyri. Foi uma decisão bem ponderada, a meu ver…
Devido a essa alteração, houve uns momentos de reflexão sobre a nossa próxima rota, os percursos a fazer durante o dia e onde iríamos dormir afinal… O hotel de Reykjavik felizmente tinha disponibilidade para anteciparmos uma noite. Portanto hoje o destino final seria a capital da Islândia, Reykjavik. Uns 400 km nos esperam de Akureyri até lá.
Para além do gelo e neve esperados, já outro elemento da Natureza nos visitou: o vento. E não o desvalorizemos, ele chega a ser mesmo muitoooo forte. Tinham-nos dito para não avançarmos quando víssemos nas placas informativas electrónicas uns números vermelhos, desde que acima do 25. Se os houvesse entre 15 e 25, seria já complicado, pois as rajadas são perigosas. E próximo de Blönduós ia haver rajadas com o número 18 a vermelho. Felizmente vamos poder fazer um desvio para evitar esse perigo. Mesmo assim, isto pode tornar-se muito agreste e muda a qualquer momento!
Não há monotonia na paisagem, não há monotonia na viagem, mas não devido a trânsito nem a confusão: é o clima e são as paisagens que nos animam a jornada.
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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

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