momento de viagem

sensações, emoções e imagens por aí!

Pisar solo angolano

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Se há duas coisas que aprendo todos os dias com estes novos lugares e culturas, é que a tentação de generalizar e a outra de pensar que sabemos tudo, são cada vez mais a prova de que temos menos conhecimento e menos inteligência.
Sei bem porque digo isto, e não o digo directamente a quem comete estes erros, porque gosto de bom ambiente no trabalho e socialmente também. A vida são dois dias e não quero terminar a minha entre trombas e trocas de palavras menos agradáveis, principalmente com pessoas que não me dizem muito! Estarei a agir de ânimo leve demais? Sim, por vezes sim. É complicado gerir relações com pessoas que não escolhi, com faltas de educação, de respeito, de bom senso essencialmente.

Entretanto, cheguei a Luanda. O ar bem quente e húmido, mas nem tanto! Era noite, mas consegui perceber que o aeroporto de Luanda tem uma dimensão bem menor que aquela que esperava, dado o grande número de habitantes na cidade.
A vontade de me sentir livre aqui durante um quente dia, é uma vontade ingrata… Estou imobilizada aqui pelo meio de África, sem meios para explorar, sem ajudas para ir ver e registar as maravilhas de Angola. Pois sim, as maravilhas de Angola… Hão-de existir e adorava conhecê-las. Não ter relógio que me controle os minutos, não ter ouros e riquezas que outros me cobicem, sem limites para falar com os locais, para lhes perguntar curiosidades minhas, ou indicações para ir ver música ao vivo, ritmos tradicionais, com aquele swing a que nós não estamos habituados – são luxos que já vivi e que um dia hei-de viver em Luanda!
Ao invés disso, hoje vivo a minha realidade de viajante de profissão e até que não me desgrada de todo: sinto-me bem menos longe de casa aqui com mais uns quantos portugueses imóveis no hotel, como eu! Todos temos as nossas vidas lá em casa, diferentes umas das outras. Mas somos iguais aqui. E isso é lindo de se sentir.
Luanda de Angola fica para uma próxima oportunidade… Ou não!

Site da Aldeia das Artes, que expunha fotografias lindas no hotel de Luanda:

Aldeia das Artes

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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

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