momento de viagem

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Maricleta e os 7 – dia 6

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Hoje é a última manhã em Belém, último dia no Brasil, a noite em que vou atravessar o Atlântico novamente.
Aproveitemos o pequeno almoço recheado de frutas e o crepe de tapioca! Estávamos muitos à mesa, e senti que aquela era a nossa última manhã assim. A vida de viajante profissional é assim, nunca mais se repetem os momentos, as pessoas, as conversas. É bom? Dizem que sim. Já eu, encontro falhas nesta vida, pois o ser humano é feito de hábitos e de rotinas, segundo a psicologia. Às vezes tenho saudades da rotina. Mas tal como costumo figurar: não se pode escolher o preto e o branco ao mesmo tempo…. Avancemos!
Quis ficar pelo hotel durante o dia, já que o sol espreitava por entre as nuvens tropicais. E no fundo, já não estava com espírito para a cidade, a minha cabeça estava já no vôo, no regresso à vida real (se é que tenho alguma vida real!).
Fui ter com o sol no andar mais alto do hotel. Mas ele decidiu desiludir-me e não apareceu por mais do que uns míseros segundos. Deixou-me ler uma revista enquanto as nuvens já se preparavam… Os sinais foram surgindo e eis que elas começam a chorar! Fui recambiada para o quarto.
Dormi uma sesta, ou tentei dormi-la. E ainda era dia, o despertador tocou. O corpo dizia que não eram horas de me levantar, mas a mente sabia, ela sabia bem que o meu lugar não era ali.
A caminho do aeroporto percebo que há toda uma Belém por explorar, há uma zona moderna que ainda não fomos conhecer. O Teatro da Paz e a Igreja da Nazaré ficam também para uma próxima visita. Os passeios de barco pelo Rio, as ilhas com praias lindas em tempo seco, enfim… Quanto mais vemos mais há para ver e mais percebemos que nunca, mas nunca mesmo, vamos conseguir saber tudo, conhecer tudo, falar de tudo.
Voemos. O resto que se dane! E descolar é lindo!

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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

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