momento de viagem

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Maricleta e os 7 – dia 4

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Acordei cedíssimo, apesar da diferença horária em Belém (do Pará, Brasil!) ser apenas de 3h e não de 4, como em Manaus.

Não consegui resistir ao  pequeno- almoço antes das 9.30h, por isso tomei-o sozinha às 8h, por entre mais alguns gatos pingados. Sumo de goiaba, fatias de papaia e manga deliciosas, mais um crepe de tapioca com doce de leite (mas este estava maravilhoso até ao fim), pães de queijo, queijo das Minas Gerais. Um pequeno almoço brasileiro, portanto!

Fui fazer o reconhecimento de algumas zonas do hotel e esperei ansiosamente por companhia para ir explorar o mundo: Belém do Pará.

O calor do sol entre as 11h e as 14h na verdade é mesmo insuportável, tal como um senhor passageiro que voou comigo me havia informado: “o sol castiga mesmo!!”, dizia ele. Eu duvidei nada da sua palavra e por isso, lembrei-me disso e enchi-me de creme protector ainda antes de sair do hotel. Well done, Maricleta! Pena teres-te esquecido do boné!! Tinha que esquecer alguma coisa, obviamente… Mas a máquina fotográfica veio comigo. Foi a única coisa valiosa que levei para o passeio. Não nos demos mal, mas houve um ou outro momento em que desconfiámos de alguns olhares. Correu bem, correu muito bem.

E como visitámos imensos lugares de Belém, vou dividir o dia 4 da saga Maricleta e os 7 em mais alguns posts. Quem quiser visitar Belém sob as minhas palavras e imagens, esteja à vontade para me ler!

Final do dia 4: os pés um pouco massacrados (porque não me lembrei de trazer as sandálias maravilha para a caminhada pela cidade??), a alma mais enriquecida, a certeza de que um bom grupo de colegas para passear nos faz tão felizes… Sei que estas condições não se repetem quase nunca, e arrisco dizer nunca. E quando surgem surpresas destas, sabe tão bem.. Tão bem mesmo!

Ah, mais uma certeza: o Brasil tem certas características universais, comuns a todas ou quase todas as cidades do país. A humidade nos prédios com cor branca é evidente, a sujidade existe, as pessoas têm todas o mesmo ar (não falo da nata brasileira), o trânsito é um pouco menos organizado do que em Portugal, as passadeiras são menos respeitadas.

E… Vamos agora mostrar um pouco de Belém do Pará, com um dia 4 repleto de novas experiências!

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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

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