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A felicidade no altruísmo

4 comentários

Li um artigo sobre Ricard Mathieu, sobre o percurso de vida dele, sobre o que ele pensa da felicidade, já que foi considerado o homem mais feliz do mundo. Talvez porque não me tenham feito o teste, pois podia ser eu a pessoa mais feliz do mundo! Ahaahahhaha
Ser feliz pode realmente passar pelas montanhas, pelo retiro, pela respiração, pela meditação. Mas Ricard Mathieu fala também do altruísmo. Se considerarmos que não vamos de forma alguma abdicar do nosso mundo ocidental, da nossa azáfama diária de correr de um lado para o outro, ora para sermos grandes, ora para ocuparmos o tempo vazio, para sabermos mais ou para sermos ricos… Se assim for, talvez pensar no altruísmo seja um bom caminho. Não esquecermos a bondade com que nascemos por natureza, que vamos abandonando ao longo das tantas desilusões que nos assombram sem aviso.
As pessoas pensam que perdem quando ajudam. Mas não, ajudar está a ajudar-nos também. Já provei alguns pequeninos gestos altruístas e é verdade, nós acabamos sempre por receber também. Mas não esperem que o dinheiro e as coisas sejam as únicas recompensas, porque não são, e até são as mais raras. Mas… É cliché dizer que os momentos e os sorrisos nos preenchem mais, no entanto eles preenchem-me mesmo… O dinheiro ajuda, mas sem o resto, sem as pessoas, sem os momentos com os outros, nada faz sentido nesta vida. Há que reflectir um pouco sobre o altruísmo. Há que ter bondade! E já agora, bondade com os outros e connosco próprios também!

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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

4 thoughts on “A felicidade no altruísmo

  1. esses pequenos momentos são como barras de energia para enfrentar a monotonia do nosso dia a dia…E tens razão, pena que mts vezes nos esquecemos delas

  2. Creio que todos teremos um conceito de felicidade próprio, resultado da vivência, consciência e sensibilidade de cada um. Esse mesmo conceito poderá estar em permanente mudança, tal como eternizou o poeta:

    “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
    Muda-se o ser, muda-se a confiança:
    Todo o mundo é composto de mudança,
    Tomando sempre novas qualidades.”

    Acredito também que no mundo ao longo dos tempos, mesmo este tomando sempre novas qualidades, subsistiu sempre uma forma de ser feliz, procurar obter o bem para o próximo.

    Quanto não vale o sorriso de um olhar penetrante?

    Haverá felicidade maior e mais profunda que a felicidade no altruísmo?

  3. É mesmo, os nossos conceitos vão mudando com o tempo… Há que nos adaptarmos ao momento presente para não nos desactualizarmos de nós próprios, das nossas vontades e felicidades!

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