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Uma manhã em Nova Iorque

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No dia seguinte à nossa chegada na Big Apple acordámos às 5.30h da manhã. Banhos tomados e roupas frescas vestidas (o Verão aqui é quente!), saímos rumo ao centro de Nova Iorque. Entre Newark e a estação do World Trade Center em Manhattan são aproximadamente 20 minutos no Path (comboio que liga o centro de Nova Iorque a outras localidades periféricas).

Quando saímos do comboio em World Trade Center deparamo-nos com uma estação cheia de obras e com várias escadas rolantes enormes para subir até à superfície. Finalmente na rua, sem muito tempo para apreciar, já que há tanta gente passando no nosso caminho, olhamos logo para cima: estamos na zona financeira de Nova Iorque, são prédios enormes, parecidos com aqueles dois que caíram no 11 de Setembro de 2001.

Seguimos caminho até ao Balthazar, um café/restaurante que serve pequenos-almoços divinais num espaço à la française. No menu conseguimos encontrar imensas receitas e nomes em francês. Eu comi crepes salgados com fiambre e queijo, feitos com farinha integral. Provei salmão fumado em pão barrado a queijo fresco, ovos escalfados com legumes, pão com frutos secos, pão com petitas de chocolate, enfim. O ambiente é na verdade muito muito agradável, e para mim, respira-se muita Paris por ali. Um pequeno almoço não muito barato, mas que fica para a história!

De manhã, e em pleno mês quente de Junho, as ruas ainda cheiram a lixo, há momentos em que o cheiro a urina também surge. Onde há Homem há sujidade, Nova Iorque não seria excepção! Enquanto caminho pelos bairros de Soho, Noho, Hudson Square, observo as escadas de emergência (ou de serviço?) nos prédios residenciais. São famosas em alguns filmes americanos, o primeiro que me vem à memória é Um sonho de mulher, quando Richard Geere sobe a escada para convidar Julia Roberts a descer até ele, e lhe faz uma declaração de amor. Lindo!

Os táxis amarelos, as pessoas que os chamam com o braço esticado, os arranha-céus que fazem sombra nas ruas depois do meio-dia, as lojas astronómicas, as lojas originais, os copos enormes do Starbucks na mão, os semáforos amarelos, algumas bicicletas pedalando enquanto falam ao telemóvel, a mistura de pessoas provenientes de todos os cantos do mundo, os anúncios e logotipos iluminados e enormes nas paredes dos prédios, … Isto é real, é Nova Iorque. Parece que estou a desmontar o puzzle Nova Iorque, é a sensação que tenho ao escrever sobre ela. Mas nunca o conseguiria desmontar na totalidade: em dois dias apenas se consegue descrever uma das 10.000 peças da cidade. Nunca andei tanto em tão poucas horas, com o mapa na mão. E nunca tive a sensação de ter conhecido tão pouco de uma cidade visitada!

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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

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