momento de viagem

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Uma pequena capela em Roma

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A primeira vez que fui conhecer o centro de Roma era Fevereiro e o céu ameaçava chover. Fui com um pequeno guarda-chuva na mão. Saí do autocarro mesmo em frente ao Coliseu e logo ali percebi que Roma tem História, uma História que merece ser apreciada e respeitada. Estudar o Império Romano na escola é bem diferente de o ver ali, com os nossos próprios olhos. Em todos os cantos há História, que se mistura com uma tal azáfama de cidade latina. É preciso ter cuidado com as Vespas, que surgem de todas as esquinas e surgem bem rápido. Deu-me uma enorme vontade de alugar uma Vespa, mas para minha sorte (segurança), não tinha a carta de condução comigo. No final do dia os meus pés estavam encharcados, pois a chuva caiu mesmo. Mas consegui percorrer imensas ruas do mapa de Roma, que trazia na mão. Aconselho um bom calçado, confortável para caminhar, porque a vontade de descobrir ao longo do dia não vai parar tão cedo!

Não tive tempo de entrar em quase monumentos nenhuns, já que a primeira intenção era mesmo percorrer o máximo de ruas romanas. Queria tirar-lhe uma “foto” geral, panorâmica.

Entrei numa pequena capela e lembro-me de me sentar num dos seus poucos bancos de madeira. Aproveitei para descansar as pernas e observar a capela. Era redonda, tinha um tecto em cúpula, todo trabalhado. Lindo, por sinal. Acima do altar havia janelas com vitrais e eu imaginei-me a casar numa capela assim, ou mesmo naquela. Havia música barroca como som ambiente, e a metade mais alta parecia meio azulada. A de baixo mais escura e dourada, com luz artificial. Pequena, redonda e repleta de pormenores. Um momento em Roma, memorável. Podia não acreditar em Deus, mas a beleza dele estava ali.

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Autor: marimaricleta

A Marimaricleta vive entre o céu e a terra. Faz e desfaz malas quase todos os dias. Um dia decidiu escrever umas dicas para viver momentos fora de casa. Geralmente falamos de coisas óbvias e acessíveis a todos, quando viajamos. Lemos guias turísticos, vemos mapas, queremos ir onde todos falam que foram. O segredo das viagens são os momentos, as sensações, o que fica dentro de nós quando voltamos a casa. E são alguns desses momentos que descrevo aqui, para vos incentivar a viver os momentos, a enriquecer a alma, para além do olhar! deniselaranja@gmail.com

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