momento de viagem

sensações, emoções e imagens por aí!


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Duvidar das escolhas!!

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Rio Douro – dia feliz

Nunca vos aconteceu adorarem o vosso trabalho e… de vez em quando lhe terem uma certa raiva, só porque o Universo vos oferece alguns daqueles clientes que vocês detestam? Bem, não é assim tão dramático, é mais aquela sensação de quem precisa urgentemente de reservar as suas energias mas os clientes não sentem isso, então gastam-vos e gastam… e gastam. E num dia em que a vida já vos havia trazido momentos menos felizes logo ao acordar, vocês sentem raiva…

Sentem aquela vontade de gritar bem alto em modo desesperado, que ninguém vos chateie, que ninguém tem o direito de vos gastar, e que a gruta lá nas ilhas tailandesas, isolada do mundo real, seria o paraíso para vós.

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Rio Douro – protecção

Sentem urgência em voltar aos tempos de infância, em ser felizes com os legos por um dia inteiro, em dançar e cantar aos gritos a Céline Dion, em ser artistas e dissertar sobre coisas estranhas da vida e do Planeta, em passar horas e horas a fazer malha com duas agulhas e um novelo de lã, ao quente da lareira, imaginando fotografias e desenhos inspiradores, alternativos.

Mas não, a porcaria da vida adulta apresenta-nos pressões, obrigações, contrariedades, cansaços, responsabilidades. E se assim não o formos não somos gente. E depois ficamos com dúvidas de nós próprios, se realmente escolhemos o caminho que mais queríamos, o que mais nos faria feliz. Porque na verdade, eu sou feliz. Mas… Há aqueles dias em que os pequenos pormenores que se copulam à rotação do Planeta vão surgindo devagar e vão-nos provocando cada vez mais essa raiva que falo acima.

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plantas – natureza

 

 

Raiva por mim própria quiçá! Por escolher caminhos, por não ser o que os outros querem que seja, por querer mudar reações nos outros que talvez seja eu a proporcioná-las.

Adorava também, que todos nós fizéssemos estas auto-análises de vez em quando, não só eu. O mundo poderia ser mais generoso e amoroso assim. Até porque, talvez este seja apenas um problema de amor. Apenas…. Um problema de amor…

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O novo com o velho em Copenhaga

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Christiansborg

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Christiansborg

Se há coisa que me parece muito comum nesta cidade é o facto dos dinamarqueses adorarem guardar o antigo e abraçá-lo ao novo. E fazem-no muito bem a meu ver… Um óptimo exemplo disso é a Royal Library, a Biblioteca que vive no edifício Black Diamond, projectada pelo gabinete de arquitectura Schmidt Hammer Lassen. O edifício faz referência a uma pedra de granito negro e foi completado em 1999. Encontrei ali um óptimo lugar para passar horas de chuva e de frio lá fora.

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Black Diamond Biblioteca – exterior

Desta vez a chuva foi desaparecendo ao longo do dia e a companhia agradável levou-me a passear por mais lugares de Copenhaga. Fomos até ao bairro de Nyhavn, foi a minha primeira vez ali apesar de já ter passado bem ao seu lado noutras visitas! Mais uma construção moderna abraçada a outra antiga é a Royal Danish Playhouse, mesmo em frente à água, tal como a Black Diamond.

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Black Diamond Biblioteca- interior

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Black Diamond Biblioteca- interior

Entretanto há uma ponte apenas pedonal e de ciclovia, que nos leva até ao lado do Street Market, seguido do edifício da Ópera um pouco mais à frente. Ver o anoitecer enquanto se atravessa esta ponte é uma linda experiência, ainda mais com a lua em quarto crescente!

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Royal Playhouse

Quanto ao Street Market, aconselho vivamente a ir lá almoçar ou jantar. Está montado entre materiais novos e antigos, parece feito aos retalhos e ao mesmo tempo foi todo muito bem preparado. Para não falar que podemos tocar muitos cantos do mundo ao saborear pratos tão variados, cada um com a sua nacionalidade. Eu desta vez fui à Tailândia, mas a escolha estava renhida.

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Nyhavn

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vista da ponte entre Nyhavn e o Street Food Market

O escuro precoce e o fresco outonal da Dinamarca anunciaram o nosso fim do dia. Com a promessa de novos olhares e novas sensações para uma nova visita, despedi-me de mais um lugar tão sereno e confortável quanto a cidade de Copenhaga. Bem hajam estes pedaços de terra no cimo da Europa!


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Cemitério Ohlsdorf – Hamburgo

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cemitério Ohlsdorf

Hoje é dia 1 de Novembro, dizem que é o Dia de Todos os Santos (até merecem maiúscula só porque são santos!) mas na verdade as pessoas aproveitam o feriado para ir mas é prestar homenagem aos seus falecidos! Amanhã, dia 2 de Novembro, é dia dos Mortos. Já ninguém quer saber deles, o trabalho chama…

 

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cemitério Ohlsdorf

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cemitério Ohlsdorf

Há dois dias prestei a minha homenagem aos meus Mortos. Aproveitei o facto de estar quietinha numa cidade para procurar um cemitério ali perto e ir sentir a paz que os Mortos nos dão. É bem verdade que quando morrermos vamos descansar ao máximo! É bem verdade a expressão que diz “parar é morrer”. É bem verdade que quando estamos vivos nos aparecem imensos desafios que nos tiram o sossego e a paz. É bem verdade que neste último ano me lembrei muito mais dos Mortos do que em outro tempo qualquer da minha vida. E que sonho com essa paz que todos vamos sentir quando formos para o céu (já que não me deixam dizer que estou no céu quando ando de avião, poderei ao menos lá estar quando morrer? A flutuar por cima das nuvens e a fazer trekking pela Lua?).

 

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cemitério Ohlsdorf

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cogumelos selvagens no cemitério Ohlsdorf

Dedico este post ao dia dos Mortos que é amanhã… Que aprendamos a aceitar a Morte de forma mais natural e que entendamos que visitar um cemitério é bonito. Não tem nada de mórbido e lá fora, em Hamburgo, tem de muito poético até. É um autêntico parque romântico este Cemitério Ohlsdorf! Claro que as cores do Outono lhe deram um toque mais charmoso ainda…

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cemitério Ohlsdorf

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cemitério Ohlsdorf

Que nos inspire para que os nossos cemitérios deixem de ser o principal negócio dos floristas e do sofrimento. Chorar a saudade ou respirar fundo quando se vê a fotografia do nosso Morto não é sofrimento, é apenas paz e amor…


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MAXXI e Fontana di Trevi – Roma

É simples: não me apetecia ver ruínas em Roma desta vez. Não me apetecia esbarrar em turistas.

Pesquisei lugares próximos de Roma para visitar. Encontrei alguns interessantes, tais como a Villa d’Este em Tivoli; ou Calcata, uma vila construída no topo de uma grande rocha vulcânica que agora é habitada por artistas na sua maioria. Porém, não me senti com energia para sair de Roma. Afinal de contas venho para aqui em trabalho e há dias em que a nossa bateria também acaba! Procurei algo moderno em Roma. Descobri este Museu, o MAXXI. O seu nome está bem engraçado, e quer dizer Museo Nazionale delle arti del XXI secolo.

fachada do MAXXI

 

pormenor da fachada do MAXXI

 

Vim de autocarro desde a Piazza Venezia, o número 160. Na paragem terminal, Villa Borghese, saí e segui a pé. Foram uns 20 minutos na cidade mas sem um único turista.

O MAXXI é uma obra arquitectónica super contemporânea, a autora é Zaha Hadid. A estrutura superior que espelha o edifício tipicamente italiano em frente, está simplesmente genial. As cadeiras, o café/ restaurante, o ambiente no exterior do museu, são a minha cara. E a intenção dos autores deste ambiente é precisamente incluir o visitante na performance do museu.

edifício do café e restaurante do MAXXI

 

Visitei o andar térreo, de entrada grátis e exposição permanente. Ganhei o dia quando vi uma série de fotografias a preto e branco, de Roma, de Helmut Newton. Podia descrever-vos o que vi além dessas fotografias mas tiraria toda a glamorosa surpresa que tive ao encontrar Helmut Newton! Avancemos portanto…

fotografias de Roma – Helmut Newton

 

E eu também avancei. Passei pela loja do museu, folheei um livro com obras da arquitecta Zaha Hadid, e decidi ir embora, parando num pequeno quiosque para petiscar.

sala dedicada a arquitetura de interiores no MAXXI

 

interior do MAXXI

 

E sendo assim, ainda me restaram uns minutos preciosos para ir espreitar a Fontana di Trevi no meu regresso ao centro de Roma. Meu Deus, não me lembrava desta fonte assim, tão monumental, tão bonita, tão respeitosa e elegante! O único grande senão é a multidão que quase se sobrepõe ao som das águas da fonte. (A fonte foi restaurada e limpa recentemente e isso nota-se!)

fonte de Trevi fotografada na rua

 

Tentei fazer o mesmo que eles, tentei fotografá-la, mas não comigo na foto, que eu estragava o cenário. Até que encontro umas janelas na loja da Benetton, pensei “vou ter uma foto melhor que a deles!”. Não sei se é melhor mas é fantástica, e adorei a adrenalina de ir abrir uma janela da loja às escondidas das senhoras!

fonte de Trevi fotografada na Benetton

 


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Casa Beethoven – Barcelona

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edifício em San Marti

Barcelona tem-se vindo a candidatar a estatuto de cidade singular, uma cidade única para a minha alma. São vários anos de percurso, várias visitas, vários momentos. E ainda alguns episódios mágicos. Barcelona não pára e tem os seus perigos, mas é tentadora!

Hoje caminhei até à Casa Beethoven, uma loja de partituras musicais, umas novas e outras usadas. Tem um piano antigo, já lá toquei há uns anos. O senhor da loja reconheceu-me. É um grande conforto perceber que apesar de andarmos por aí sozinhos, em terras desconhecidas ou um tanto conhecidas mas sem sermos conhecidos, conseguimos encontrar pessoas e lugares que já se tornaram habituais, lugares conhecidos portanto!

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edifício em San Marti

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San Marti, entre prédios

Passei ali uns largos minutos, mexendo em partituras com e sem pó. Observava e percebia que aquilo é uma pancada minha, as partituras… No fundo tinha um objectivo: comprar os 24 prelúdios de Chopin, op. 28. Acabei por comprar um livro novo porque usados não havia…

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partituras na Casa Beethoven

Pelo caminho até à loja passei por várias zonas de Barcelona. Passei pelo Parc de la Ciutadella, tanta vida tinha ele… O Barrio Gótico também estava repleto de pessoas. Nada de novo, a não ser o bairro San Marti, por onde nunca havia andado: está a ser totalmente modernizado com prédios dignos de ser estudados e observados por arquitectos, aspirantes e amantes. E com um ambiente super fresco, incluindo o lugar onde almocei: Sopa.

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restaurante vegetariano Sopa


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Aldeias do xisto

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saída de Lousã

Dediquei o dia a uma amostra de aldeias do xisto. O site Aldeias do Xisto explica-nos ao pormenor o projecto criado entre 2000 e 2002 para requalificar e divulgar aldeias construídas à base de xisto, uma pedra muito abundante na região centro de Portugal.

Com sugestões de amigos e colegas com quem havia conversado recentemente decidi concentrar a visita no concelho da Lousã, à excepção de Piódão que ficou para o fim de tarde e que nem faz parte deste projecto.

Próximo de Coimbra sai-se da auto-estrada em direcção a Lousã. Com a ajuda do GPS encontrei a ruínha que me indicava o caminho para algumas idílicas aldeias: Chiqueiro, Casal Novo, Talasnal, Candal, Cerdeira.

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aldeia Chiqueiro

Fiz uma pequenina caminhada pela Natureza até Chiqueiro. Um quilómetro para cada lado bastou para ouvir a minha respiração ofegante e o silêncio do campo. Comecei a invadir os caminhos da aldeia, até que ouvi um cão ladrar. Logo de seguida abre-se uma janela: é uma habitante que espreita quem anda de visita. Converso um pouco com a senhora, diz-me que há quem acredite que a Princesa Peralta se refugiou nesta aldeia aquando de umas invasões. A PIDE, diz ela, limpou as provas que pudessem confirmar esse refúgio!

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logotipo Aldeias do Xisto

O silêncio seguido desta conversa é tão saboroso quanto as fotografias que imagino antes de disparar a máquina. Não sei se consegui concretizar as imagens que idealizava mas o tempo que estive na aldeia Chiqueiro e a caminhada para e de lá superaram as minhas expectativas. Já não me arrependi por não ter ido andar de avião nestas férias.

 

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entrada da aldeia Talasnal

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Talasnal – identificação de caminho pedestre

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gato que se lava em Talasnal

Entretanto, a aldeia do Talasnal é mais movimentada e… é linda. Se quisermos caminhar também há um castelo a aproximadamente dois quilómetros da aldeia. Há duas ou três pequenas lojas com produtos locais e artesanato à venda, há um café, alguns gatos e um alojamento turístico.

 

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eu em Talasnal

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janela na aldeia Cerdeira

Passei por Candal de carro mas não parei. O dia passou a correr, então depois só parei na aldeia de Cerdeira. Bebi água de uma pequena fonte onde uma caneca branca antiga me esperava para me servir. Adorei esse pormenor. Cerdeira tem um espaço turístico e não só; a aldeia estava quase vazia mas esse espaço pareceu-me muito convidativo: Cerdeira Village. É sem sombra de dúvidas uma aldeia a explorar.

Por fim decidi ainda ir até Piódão. Ainda hesitei porque me esperavam duas horas de caminho, só lá chegaria às 18.30 horas; e também porque é uma aldeia que não me parece precisar assim tanto da minha visita: afinal de contas todos já a conhecem e eu tenho as minhas manias de não ir onde todos vão. Enfim, por fim cedi à minha arrogância e meti-me no caminho de Piódão.

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Piódão no anoitecer

E que bonita aldeia de Natal… Comi-lhes uma sopa quentinha com couves e vi-lhes nascer o anoitecer. Foi nesse anoitecer que as luzes vieram: uma autêntica aldeia do Natal! Foi um cair a cortina maravilhoso para o meu dia pelas aldeias do xisto. Mais: após uns dez minutos de caminho saindo de Piódão, contorno um monte e encontro o céu todo vermelhinho, como se fosse o delinear de todos os montes ali até Coimbra. Foi um fim de tarde memorável que me deixará saudades. A sorte é que Portugal é mesmo aqui!! Não tardarei em ir conhecer mais aldeias do xisto, quem sabe em duas rodas um dia!

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pôr do sol atrás dos montes


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Moscovo – um lugar, cinco notas

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catedral de S. Basílio na praça vermelha

Moscovo será para sempre um lugar especial para mim. Coisas da vida lhe dão o devido destaque! Mas esse é assunto para outro post…

Hoje apresento as minhas cinco notas desta tão monumental cidade. É provável que um dia volte a fazer mais cinco notas de Moscovo, de tanto que ela nos oferece!

Vale sair-lhe das costuras?

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sala principal do teatro Bolshoi

1. Não resisto em ser vulgar neste ponto: vão ao Bolshoi. Entrem lá e assistam a uma ópera ou outro espectáculo qualquer. Na sala principal! Admirem-se com tanta beleza por favor. (Consegui bilhete mais barato na rua, em frente ao teatro, durante o dia do espectáculo; tentem também esta minha solução antes de gastarem balúrdios!)

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caviar à venda no Yeliseev

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supermercado Yeliseev

2. Comprar uma latinha de caviar por uns 32.000 rublos (uma fortuna portanto!) no supermercado mais lindo que já vi na minha vida: chama-se Yeliseev, fica na Tverskaya ulitsa, número 14. Se preferirem afortunar apenas os olhos e não desafortunar a carteira, optar por comprar um chá ou chocolate russo ou mesmo nada, também conta.

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namorar no parque Gorky

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praia artificial no parque Gorky

3. Na primavera não se pode faltar a uma caminhada pelo Parque Gorky, de preferência num domingo. Tem tantas coisas bonitas e russos praticando acrobacias, dança, patins, ping pong. É um espaço cultural na minha interpretação. Tem imensas flores e espaços verdes; um pequeno lago com chafarizes, ao som de música erudita; podem provar o milho grelhado, uma tradição nos parques russos; gaivotas para andar num lago…

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universidade de Moscovo

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uma das sete irmãs

4. O senhor Estaline, ditador da União Soviética entre a década de 1920 e 1953, quis mandar construir sete edifícios enormes para que, quando os estrangeiros visitassem a cidade de Moscovo encontrassem arranha-céus. Esses sete edifícios apelidaram-se de “as sete irmãs”. Uma delas é a origem da Universidade de Moscovo. Vale a pena lá ir. Há espaços verdes enormes em seu redor e um miradouro de onde se consegue ver toda a enormidade de Moscovo.

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no caminho para Klin

5. Tchaikovsky é um dos muitos compositores russos com um repertório muito vasto e cheio de valor. Durante oito anos decidiu viver numa casa de campo fora da confusão da cidade, para que se reunissem mais condições à sua criação musical. Mais anos lá poderia ter vivido, não fosse a sua morte em 1893 com cólera. A casa de campo de Pyotr Ilyich Tchaikovsky fica em Klin, uma pequena cidade a uns 80km de Moscovo.

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eu a avaliar partituras com Tchaikovsky – foto de Tiago Correia

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casa de campo de Tchaikovsky – Klin

Dependendo de onde estamos hospedados em Moscovo há que ir de metro ou a pé até à estação de metro Komsomolskaya. Saindo do metro encontra-se a estação de comboio Leningradsky: o bilhete custa uns 300rbl, a viagem pode durar 54 minutos ou 1.40h se o comboio for urbano e parar em todas as estações. Chegando a Klin encontra-se o pequeno autocarro número 5. O melhor é pedir ao condutor para nos indicar qual a paragem para ir até à casa museu do Tchaikovsky. Neste percurso todo, se encontrarem uma única pessoa que saiba dizer uma única palavra em inglês é caso para festejar! Mas graças a isso este passeio torna-se tão mágico e colorido que aconselho vivamente a experimentarem. É tão bom ser-se viajante em terras quase virgens de turismo!

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estação de comboios de Klin no final da tarde